Petite

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Eu adoro ver os álbuns de fotos da minha infância, as fotos dos meus pais mais novos, as férias em família, é tão bom ter essas recordações para poder visitar sempre que dá saudade.

Fiquei pensando sobre os últimos anos e reparei que não tenho mais tantas fotos reveladas, álbuns de acontecimentos recentes, nem mesmo das viagens mais fantásticas que eu fiz.

Vocês já pararam para pensar na quantidade de fotos que produzimos todos os dias? Mesmo quem não tem blog faz registros de vários momentos do dia e essa facilidade que o celular e a as câmeras modernas nos trouxeram é simplesmente incrível. Mas todas essas fotos acabam ficando esquecidas em algum drive do computador, na memória do celular ou no máximo ganham um espacinho nas nossas redes sociais né?

Por isso resolvi começar a organizar minhas memórias dos últimos anos, viagens, fotos especiais. Revelei algumas fotos de viagens que fiz no ano passado e comprei dois albuns fofos. Fiz tudo pela internet no site do Nicephotos. Vocês tem alguma experiência com esse tipo de serviço?

Ano passado fiz o meu primeiro fotolivro com eles, no tamanho pequeno, só com algumas fotos minhas e do Thiago. Agora resolvi fazer um fotolivro maior com recordações minhas e da Petite. Sério, é o album mais fofo da vida e me fez tão feliz quando chegou aqui em casa que resolvi compartilhar com vocês!

Detalhe da lombada do fotolivro personalizada: Eu & Petite 

Como não amar? Eu fiz o fotolivro clássico grande (30×22) com 23 páginas e capa personalizada. Achei o tamanho ótimo, mas tem outras opções de tamanhos e quantidade de páginas. Escolhi uma formatação toda em preto e branco com formas geométricas, mais a minha cara impossível. Dá pra personalizar tudo, adicionar frases, adesivos.

Com a Petite tenho várias fotos feitas com a Canon com uma qualidade realmente bacana, mas mesmo as fotos com iphone ficaram ótimas na impressão. Caso a foto não tenha qualidade o próprio Nicephotos já informa enquanto você monta o fotolivro.

Eu escolhi algumas das minhas fotos prediletas com a minha pequena e vou guardar pra sempre essa recordação dos momentos felizes que vivemos juntas!

Eu poderia postar milhares de fotos das fotos do livro! Ficou tão lindo que agora eu tenho vontade de mostrar pra todo mundo que vem aqui em casa. (:

Agora estou na missão para montar meu álbum de fotos de viagem. Esse eu revelei e vou montar manualmente, depois mostro para vocês o resultado final.

E se vocês também se animarem e quiserem fazer um fotolivro lindão desses tenho um desconto especial do Nicephotos com o FashionCoolture: 40% de desconto nos fotolivros tradicionais, frete não incluso e válido até 31/07/17, é só usar o código: NICEFASHION 

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Agora eu e Petite vamos ver o nosso fotolivro juntas mais uma vez! ^^

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Vocês sabem que eu tenho uma cachorrinha, a Petite, que volta e meia aparece por aqui ou no Instagram né? Na verdade até pouco tempo atrás eu, minha mãe e minha irmã morávamos juntas e tínhamos 4 (sim 4!) cachorrinhas que adotamos das ruas.

E sabe por que eu estou contando isso? Porque ainda existem muitos bichinhos nas ruas, cães e gatos, precisando de um lar e muito carinho. Mesmo assim muita gente ainda prefere comprar o bichinho de estimação em uma loja ou canil.

Não estou julgando ninguém e preciso começar dizendo que a minha primeira cachorrinha foi comprada em um canil quando eu ainda morava lá em Belo Horizonte. Era a realização do meu sonho de criança. Quando finalmente os meus pais me deram um cachorrinho escolhi a raça que eu achava mais bonita, o cocker spaniel dourado. E a Melanie era realmente linda e me fez muito feliz!

Acho que eu tinha 11 anos e nunca tinha pensado nessa questão de adoção. E não é que eu só gostasse de cães de raça, até porque a minha paixão tinha começado justamente com os vira-latas da minha avó. Acho que foi pura falta de informação e consciência, sabe?

Quem gosta de cachorro, gosta do bicho e não da raça! Hoje eu sei que não faz a menor diferença se elas são vira-lata ou tem pedigree. Até acho muito estranha essa ideia de escolher determinado bichinho julgando que tal raça é mais bonita e tal. Aos meus olhos as minhas vira-latas são simplesmente lindas.A alegria e o amor são os mesmos. E amor não se compra né?

Acontece que quando eu escolhi a Melanie e ela veio morar com a gente ela escolheu a minha mãe como dona. Elas tinham a relação que eu gostaria de ter com um cachorrinho, amor de verdade. Já com a Petite, a minha vira latinha preta, ela me escolheu quando estava na rua e quem convive comigo sabe o quanto somos companheiras inseparáveis (enquanto escrevo esse post ela está no meu colo dormindo, é assim que eu trabalho quase sempre!).

Detalhe: ela não custou nem um realzinho e me faz tão feliz quanto a Melanie me fez.

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E ela literalmente me escolheu! Em 2010 postei aqui no blog sobre a cachorrinha que eu havia encontrado na rua e por estar de coleira tentei localizar o possível dono. Ninguém nunca apareceu e talvez ela tenha sido descartada como tantos outros por aí. Sorte a minha de termos nos encontrado e desde aquele dia em que ela pulou na minha perna pedindo carinho a gente nunca mais se desgrudou.

Então que tal deixar de escolher – e comprar – um cãozinho ou gato na loja e se deixar ser escolhido por eles? Existem muitas ongs e feiras de adoção por todo o País. Aqui em Criciúma eu conheço e apoio o trabalho da SOS Vira-Lata.

Se você for até uma delas e ainda assim não se identificar com nenhum bichinho vale ficar de olho nos que a gente vê pelas ruas mesmo. Tenho certeza que em algum momento você vai encontrar um animalzinho que precise de cuidados e na hora você vai sentir que precisa adota-lo.

Comigo foi exatamente assim, quando encontrei a Petite e a Jolie. A segunda eu vi em um posto próximo à uma avenida muito movimentada aqui em Criciúma. Eu estava indo fotografar na praia e teoricamente não poderia ou deveria adotar mais um cachorro. Comprei uma comidinha no posto e coloquei água pra ela. Quando voltei pra casa estava chateada e não conseguia parar de pensar naquele bichinho tão pequeno e indefeso correndo risco de ser atropelado. Peguei o carro e voltei no mesmo lugar, parecia até que ela estava me esperando. Veio no carro dormindo – e eu chorando – e embora os planos fossem de achar um lar que pudesse adota-la… hoje ela faz parte da família!

Eu garanto pra vocês que tirar esses animais de uma situação de risco, onde poderiam ser atropelados, passar fome ou maus tratos é simplesmente muito recompensador. Faz um bem danado pra eles e pra gente!

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Na foto 3 dos meus amores, Jolie, Petite e Tuty. A Lola estava com a minha irmã enquanto rolava esse book canino. E a Mel infelizmente faleceu alguns anos atrás, mas nos deixou as melhores lembranças! ♥

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E se você até gosta de animais, mas não tem condições, espaço ou tempo para cuidar deles (sim, ter um cãozinho ou gato não é brincadeira!) você também pode fazer a sua parte e ajudar de alguma forma o trabalho das ONGS e das pessoas que são lar temporário para alguns desses animais. Doações de ração ou dinheiro ajudam a melhorar a vida de muitos bichinhos enquanto eles aguardam um lar de verdade. Procure o trabalho de alguma instituição na sua cidade. (:

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