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Ontem pude experimentar por uma noite um escritório lindo, inteirinho criado para uma influenciadora digital, no espaço da arquiteta Mariana Pesca na CasaCor SC. Foi uma honra ter recebido o convite para personificar essa influenciadora por um dia e eu amei cada cantinho e momento por lá.

O espaço, pensado para atender as necessidades dessas novas profissões, unia beleza e funcionalidade. Em um bate papo com a Mariana, ela revelou ter sido um desafio o desenvolvimento do projeto, mas a missão foi cumprida com sucesso e eu não mudaria nadinha.

Começando pela cartela de cores maravilhosa do sofá, variando entre tons de rosa e burgundy, mais a minha cara impossível. O espaço com araras e organizadores de acessórios é um sonho para organizar os looks e as parcerias. Adorei também a paginação do piso assimétrico e com um desenho lindo, mesclando mármores e madeira. Outra coisa que eu já quero é uma estante douradinha, tão linda!

Queria um closet assim! <3

As peças que davam aquele toque de vida real ao ambiente: looks lindos da Fernè e acessórios da Attualità.

Os laços e tiaras lindas da Lari.

Com a Ari e a Mari, amo!

CASA COR Santa Catarina CASA COR Santa Catarina

Adorei também as cadeiras Rolo, desenvolvidas pelo escritório, super exclusivas no design e no tecido em tecelagem composto por lã, seda, couro e pele, feito em parceria com o Atelier Luciana Andrade.

Com a fofa Ana Luiza e a Mari.

(fotos: Vanessa Pinho e release Mariana Pesca)

Lindo em todos os ângulos né?! Amei o convite para conhecer de pertinho o espaço e a presença de todas as pessoas que foram até lá,participaram do nosso bate papo e fizeram essa noite incrível. Obrigada em especial à Mariana Pesca pelo carinho e recepção.

Para quem ficou curioso e quer ver esse espaço maravilhoso, a Casa Cor Santa Catarina acontece de 10 de setembro a 22 de outubro, no Antigo Asylo de Orphãs São Vicente da IDES, Praça Getúlio Vargas, Centro, Florianópolis. Mais informações no site.

Na verdade, como março tem 31 dias é amanhã que oficialmente faltarão 30 dias para o meu aniversário de 30 anos. Mas todo dia 29 de março eu penso que falta 1 mês e por isso resolvi postar hoje mesmo. Sim, vou fazer 30 aninhos  e estou muito animada porque amo comemorar aniversário. Não gosto de festas, mas adoro celebrar com minha família, ser mimada durante o dia, receber ligações de quem mora longe, abraços apertados e tudo que tenho direito.

Quando vai chegando perto da data sempre rola uma retrospectiva né? Eu já começo a pensar sobre os anos anteriores, o que mudou, o que ainda posso e devo melhorar. Então o motivo desse post é simplesmente compartilhar algumas reflexões aleatórias sobre essa idade tão simbólica.

Preciso começar confessando que não imaginei que continuaria sendo blogueira aos 30 anos! Já são pouco mais de 7 anos de blog e sempre tive algumas dúvidas sobre a longevidade desse trabalho. Tirando o fato de que a internet é imprevisível e surgem coisas novas a todo segundo, sempre me questionava se haveria público ou se postar looks continuaria fazendo sentido para mim mesmo que a vida mudasse com o meu amadurecimento, casamento, filhos, etc.

E cá estou, confiante de que o meu blog nunca fez tanto sentido para mim!

Eu explico, vocês não imaginam o quanto eu fico feliz ao saber que vocês enxergam no blog muito mais do que uma inspiração na hora de escolher determinada peça ou como um incentivo ao consumismo. Tanto blog falando em comprar, ter, viajar, um deslumbramento… mas o meu objetivo nunca foi esse. E eu queria ter orgulho do meu trabalho, sabe?

30 anos

Então cada email ou mensagem dizendo que aprendeu a se sentir mais bonita e confiante usando tal peça, as meninas magrinhas que se identificam e percebem que não há nada de errado em colocar as nossas pernas fininhas à mostra (estamos todas juntas!), ou pessoas que vêem nas fotos uma inspiração artística pelas composições de cores e escolhas dos fundos, gente que cuida do blog como se fosse de si mesmo, me avisando quando encontra algum erro ou problema, leitores que me ensinam e indicam referências tão bacanas. São pequenos exemplos em que vocês me fazem feliz!

Estou chegando aos 30 realizada. Caí nesse mundo dos blogs totalmente por acaso, só por vontade de compartilhar com o mundo as minhas fotos que eram a minha forma de me expressar  já que na vida real sou muito tímida. Hoje eu posso dizer que faço o que amo.

A Thereza do Fashionismo postou uma reflexão super bacana recentemente sobre essa coisa dos blogs em tempos de redes sociais. Eu também amo ter esse meu espacinho na internet e não troco ele por nenhuma outra plataforma. Onde mais poderia postar um textão desses né?

Enfim, vou fazer 30 anos mais animada do que nunca para continuar por aqui com vocês. E a boa notícia é que tenho me sentido mais à vontade para ir além dos looks. Tem até rolado alguns vídeos no stories do Instagram falando diretamente com a câmera (sim!) e as mensagens que recebo de vocês são o meu maior incentivo. Então posts como esse, dicas de fotografias e reflexões sobre consumo consciente devem ser cada vez mais frequentes por aqui.

E posso contar uma novidade? Eu e o Thiago compramos nosso primeiro apartamento e em breve espero poder mostrar por aqui também um pouquinho dessa nova fase da nossa vida. Acho que finalmente vai ter tour pelo closet. Nós já moramos juntos, mas agora vamos poder deixar tudo mais com a nossa cara. Que venham os 30! (:

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Vocês sabem que eu tenho uma cachorrinha, a Petite, que volta e meia aparece por aqui ou no Instagram né? Na verdade até pouco tempo atrás eu, minha mãe e minha irmã morávamos juntas e tínhamos 4 (sim 4!) cachorrinhas que adotamos das ruas.

E sabe por que eu estou contando isso? Porque ainda existem muitos bichinhos nas ruas, cães e gatos, precisando de um lar e muito carinho. Mesmo assim muita gente ainda prefere comprar o bichinho de estimação em uma loja ou canil.

Não estou julgando ninguém e preciso começar dizendo que a minha primeira cachorrinha foi comprada em um canil quando eu ainda morava lá em Belo Horizonte. Era a realização do meu sonho de criança. Quando finalmente os meus pais me deram um cachorrinho escolhi a raça que eu achava mais bonita, o cocker spaniel dourado. E a Melanie era realmente linda e me fez muito feliz!

Acho que eu tinha 11 anos e nunca tinha pensado nessa questão de adoção. E não é que eu só gostasse de cães de raça, até porque a minha paixão tinha começado justamente com os vira-latas da minha avó. Acho que foi pura falta de informação e consciência, sabe?

Quem gosta de cachorro, gosta do bicho e não da raça! Hoje eu sei que não faz a menor diferença se elas são vira-lata ou tem pedigree. Até acho muito estranha essa ideia de escolher determinado bichinho julgando que tal raça é mais bonita e tal. Aos meus olhos as minhas vira-latas são simplesmente lindas.A alegria e o amor são os mesmos. E amor não se compra né?

Acontece que quando eu escolhi a Melanie e ela veio morar com a gente ela escolheu a minha mãe como dona. Elas tinham a relação que eu gostaria de ter com um cachorrinho, amor de verdade. Já com a Petite, a minha vira latinha preta, ela me escolheu quando estava na rua e quem convive comigo sabe o quanto somos companheiras inseparáveis (enquanto escrevo esse post ela está no meu colo dormindo, é assim que eu trabalho quase sempre!).

Detalhe: ela não custou nem um realzinho e me faz tão feliz quanto a Melanie me fez.

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E ela literalmente me escolheu! Em 2010 postei aqui no blog sobre a cachorrinha que eu havia encontrado na rua e por estar de coleira tentei localizar o possível dono. Ninguém nunca apareceu e talvez ela tenha sido descartada como tantos outros por aí. Sorte a minha de termos nos encontrado e desde aquele dia em que ela pulou na minha perna pedindo carinho a gente nunca mais se desgrudou.

Então que tal deixar de escolher – e comprar – um cãozinho ou gato na loja e se deixar ser escolhido por eles? Existem muitas ongs e feiras de adoção por todo o País. Aqui em Criciúma eu conheço e apoio o trabalho da SOS Vira-Lata.

Se você for até uma delas e ainda assim não se identificar com nenhum bichinho vale ficar de olho nos que a gente vê pelas ruas mesmo. Tenho certeza que em algum momento você vai encontrar um animalzinho que precise de cuidados e na hora você vai sentir que precisa adota-lo.

Comigo foi exatamente assim, quando encontrei a Petite e a Jolie. A segunda eu vi em um posto próximo à uma avenida muito movimentada aqui em Criciúma. Eu estava indo fotografar na praia e teoricamente não poderia ou deveria adotar mais um cachorro. Comprei uma comidinha no posto e coloquei água pra ela. Quando voltei pra casa estava chateada e não conseguia parar de pensar naquele bichinho tão pequeno e indefeso correndo risco de ser atropelado. Peguei o carro e voltei no mesmo lugar, parecia até que ela estava me esperando. Veio no carro dormindo – e eu chorando – e embora os planos fossem de achar um lar que pudesse adota-la… hoje ela faz parte da família!

Eu garanto pra vocês que tirar esses animais de uma situação de risco, onde poderiam ser atropelados, passar fome ou maus tratos é simplesmente muito recompensador. Faz um bem danado pra eles e pra gente!

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Na foto 3 dos meus amores, Jolie, Petite e Tuty. A Lola estava com a minha irmã enquanto rolava esse book canino. E a Mel infelizmente faleceu alguns anos atrás, mas nos deixou as melhores lembranças! ♥

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E se você até gosta de animais, mas não tem condições, espaço ou tempo para cuidar deles (sim, ter um cãozinho ou gato não é brincadeira!) você também pode fazer a sua parte e ajudar de alguma forma o trabalho das ONGS e das pessoas que são lar temporário para alguns desses animais. Doações de ração ou dinheiro ajudam a melhorar a vida de muitos bichinhos enquanto eles aguardam um lar de verdade. Procure o trabalho de alguma instituição na sua cidade. (:

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