Europa

Depois de dois dias e meio em Lisboa fico com a sensação de que foi mesmo muito pouco tempo e já estou com saudade. A cidade é super organizada e linda, as pessoas sempre muito simpáticas e atenciosas, e as lojas são incríveis (dizem que lojas tipo H&M, Mango, etc tem preços melhores aqui e acho que é verdade mesmo!). Tive a sorte de contar com dois amigos aqui em Lisboa, Milene e Miguel (um obrigada imenso aos dois), que tornaram tudo ainda mais agradável e divertido. Preciso ser breve, mas Lisboa é mesmo imperdível. Amanhã rumo à Londres.

ps: depois conto sobre as comprinhas com maiores detalhes, inclusive o casaco desejo eterno (agora realizado) quase idêntico ao Balmain por muito muito menos.


Dando continuidade aos posts sobre a viagem: Candem Town! Candem merece um capítulo à parte porque foi uma das partes mais divertidas da viagem à Londres e certamente está na minha lista de lugares que preciso visitar, de novo e com muito mais calma.


A região tem várias lojinhas e feiras e milhares de coisas para apreciar, tudo no maior estilo alternativo, é o paraíso para quem gosta de garimpar. Preciso voltar lá e reservar um dia só pra olhar os brechós, nunca me senti tão em casa, até a musiquinha que tocava lá dava vontade de sair cantando e dançando (né Mari?).



Além de ser uma região com um comércio super legal, Candem é também o lugar para ver pessoas diferentes e divertidas, cada uma carregando seu próprio estilo (eu precisava de mais um dia por lá só para fotografar as pessoas e ficar apreciando os detalhes, a galera faz umas misturas inusitadas mas que funcionam de verdade!)







Adorei ter visto as pessoas usando chapéu e foi lá que encontrei a minha querida cartola, pra quem gosta de chapéu é de enlouquecer de tanta opção. Não comprei mais porque a cartola requer cuidados, não dava para colocar dentro da mala e correr o riso de amassar e tal, então acabou virando minha companheira de viagem por Bruxelas e depois na volta para o Brasil, eu já tinha pouca coisa pra carregar: duas malas leves, mais a bolsa e agora uma cartola!


Além da cartola, lá comprei um vestido de renda super fofo e caderninhos, post-it, blusas, colares, todas essas coisinhas que a gente adora. Tem umas lojas de enlouquecer, roupas mais delicadas e preços razoáveis, só não sei indicar muito bem nenhuma loja específica, pois não tenho uma boa noção de direção e todos aqueles corredores e entradinhas e feirinhas me confundem, se não estivesse com a minha irmã provavelmente teria me perdido por lá! Fica a dica. (:


Continuando a série de post sobre a viagem… Londres! Eu imaginava que ia gostar da cidade, mas eu amei, de verdade.


A chegada na cidade foi um bocado tensa (né Mari?!), pois se em Lisboa ficamos livres e fizemos tudo por nossa conta, em Londres supostamente faríamos parte de uma excursão que – surpresa! – não estava nos esperando no aeroporto. Não é muito legal chegar em Londres despreocupada e, de repente, descobrir que vai ter que se virar sozinha mesmo.
Levei algumas broncas da senhora super mal humorada que trabalhava no setor de informação do aeroporto (o meu inglês é razoável e no momento de tensão travou total), mas consegui pedir um transporte por telefone, já que era impossível andar de metrô ou ônibus com duas malas pesadinhas. O nosso motorista indiando chegou a tempo, com um inglês tão ruim quanto o meu, mas pelo menos cheguei viva e sem deixar todas as minhas libras no táxi (o mais importante).



Tínhamos praticamente apenas dois dias inteiros em Londres (merece no mínimo uma semana), então deixamos de lado a excursão e partimos para o meu roteiro pessoal.
Já que não teríamos muito tempo, uma vista geral da cidade na London Eye valeu super a pena! O preço não é absurdo, tudo muito organizado e os “carrinhos” tem poucas pessoas, dá pra todo mundo ver, tirar fotos, sem drama.




Planejei chegar a todos os lugares de metrô e deu super certo. Apesar do meu receio inicial, não há o que temer, é incrivelmente organizado, em todas as estações em que estivemos funcionários auxiliavam em todas as dúvidas. Basta um pouquinho de atenção para não errar, tudo bem que nós erramos de primeira, mas foi só pra dar uma emoção a mais (Londres foi pura emoção). Depois disso, eu sempre pedia uma informação básica para as pessoas, só pra confirmar que eu estava no trem certo. E gente, o metrô é limpinho, dá gosto de ver. Além disso, é um ótimo lugar pra ver as pessoas de pertinho e constatar que eles realmente estão sempre tão ocupados com seus jornais, ipod, maquiagem, etc, que sequer olham para o lado!


Ainda no primeiro dia: Oxford Street. Lugar de tentação né? Saímos da estação do metrô já quase em frente a Primark e, embora eu já tivesse sido alertada, já tivesse lido a respeito, os preços são realmente enlouquecedores. Pode notar nas fotos, é impossível sair de lá sem uma sacolinha (repara só na mulherada com as sacolinhas de papel pardo). Algumas se empolgam ainda mais e saem de lá com malas (né Mari? haha). É bom pra comprar pijaminhas, pantufas, meias, blusinha básica ou coisa de momento mesmo, bolsa, essas besteirinhas que fazem a nossa alegria.



A vitrine da Zara era a mais legal e a cara de Londres (depois vimos a de Paris e era completamente diferente, as manequins com boquinha de coração e tal, super delicado).
Em resumo: eu poderia morar na Oxford Street, ficar indo e voltando já que de ponta a ponta a rua é incrível e tem várias pessoas estilosas fazendo comprinhas.
Ah, e tem a Topshop ali no meio, que precisa de um dia inteiro pra ser vista como deveria, confesso que fiquei até tonta em meio a tanta roupa, tantos andares, tanta coisa linda e aquela música tocando, se você não for com algo em mente que queira comprar fica difícil escolher alguma coisa (e claro, o preço não é assim tão legal).





No próximo post tem Candem Town, também em Londres, que merece um post especial! Talvez o melhor lugar para comprinhas e onde eu finalmente encontrei a minha cartola dos sonhos (sim, eu sempre quis ter uma cartola!), aguardem. (:


Para falar e mostrar um pouco da viagem achei melhor fazer posts separados sobre cada cidade e, seguindo o roteiro original, começo por Lisboa.




Do que conhecemos, uma das nossas (minha e da minha irmã) regiões prediletas na cidade era a Baixa, ruas super simpáticas e um comércio movimentado, com H&M e Zara em todas as esquinas.





Nunca é demais dizer que é praticamente impossível andar em Lisboa de salto, quem quiser tentar como eu provavelmente vai acabar tendo que comprar uma outra alternativa (o que não deixa de ser uma boa desculpa para comprar uma sapatilha na H&M, né?!).






Esse lugar é quase obrigatório visitar, é lá que tem a receita original dos pastéis de Belém e, mesmo eu que sou super chata para provar comidas diferentes, devo dizer que é realmente uma delícia.




A nossa impressão geral foi de uma cidade muito agradável, pessoas sempre simpáticas e dispostas a ajudar e receber bem os turistas (não foi assim em todos os países, hunf!), tudo muito organizado e limpo. A comida é boa e barata e os preços para comprinhas nas lojas, em geral, é melhor do que nos outros países que visitamos, é fato, como havia nos alertado a vendedora da Mango.


Eu, a Mari (minha irmã) e a Milene (super amiga!).

De volta ao Brasil com uma pequena dor no coração por ter deixado aquele mundo que já era tão meu para trás. Ainda não deu tempo de colocar tudo em dia, responder os emails, comentários, organizar os posts e publicar fotos, mas já adianto que tenho algumas peças esperando para ser fotografadas e ir para a lojinha, o que deve acontecer no final de semana, aguardem!


calça: Tally Welly; bota: Cantão; jaqueta de couro cinza: She; casaco com capuz: Brechó da Neide; bolsa: Zara.

Para lembrar os bons dias em Paris, deixo-os com uma simpática entrevista em francês publicada no The little world of fashion, blog também muito simpático que vale a pena conferir!

Essas fotos foram tiradas na Ópera Garnier em Paris, um dos lugares mais fantásticos e rico em detalhes que visitei. Tivemos a sorte de passar por lá no dia 9 de maio e ver tudo isso sem pagar nada. Embora eu não soubesse, era o dia europeu da ópera e a visitação era gratuita nas duas óperas de Paris, conforme informou o Conexão Paris (blog essencial para quem pretende visitar a cidade). Devo dizer que é imperdível e vale cada euro a ser investido.


Amanhã de manhã serão as ultimas horinhas em Paris. Vou sentir saudade do “bonjour” mais simpatico do mundo, da multidão nas calçadas que praticamente te arrastam, do trânsito confuso, das pessoas lindas e elegantes, dos palácios, das lojinhas, até dos turistas japoneses por todos os cantos, mas, principalmente, vou sentir saudade de ir a Galerie Lafayette nas horas vagas. Tão distante da realidade, o sonho está quase acabando.

Au revoir, Paris.

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